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A mostrar mensagens de 2009

Mundos

Flotando sin tiempo Escucho el sonido de un suspiro lírico y extraño... Tus ojos luminosos, abiertos miran más allá de las últimas estrellas y mi ser terrestre despierto no puede hablarte de lo real. Cesaron bruscamente las palabras aqui no tienen sentido hermano de luz, de sueños sin sueños tú y yo a la deriva entre dos mundos.

Grito

Naquele espaço aberto, Onde gritávamos Esse grito que sempre estava preso em ti preso em mim. Esse grito nos afogava, O banco onde nos sentávamos, ainda esta. Os instantes são os mesmos. parado no tempo os poetas, as garrafas de vinho, a linha férrea do destino agora hoje, só o meu grito apaga as luzes da cidade como um relâmpago, extingue-se a humanidade... e a queda mais esperada, ainda esta, falta coragem sou um grito, aquele que tanto odeias, quando digo que te quero... não serás capaz, de esquecer, o silêncio da minha boca aberta onde habitam as partículas do teu ser.Vento...

Eternidade

O tempo é uma ilusão! O ser mortal sonha, com o inatingível para sempre.. mas nada é para sempre, tudo sofre a erusão do silêncio, das palavras que ficaram por dizer dos beijos que ficaram por trocar. Pensas... Até um dia... Mas que dia será esse? Quando serão as arrugas da minha ilusão Como serão profundas, terra gretada... E perante a  minha alma fossilizada, um suspiro apenas. Não consigo superar o ruído ensurdecedor do medo. É tempo de dizer adeus, é hora de ser terra húmida. Adeus, meu querido... Só a morte, só a morte é para sempre !

No era yo

No era yo quien me mataba, no mi yo presente Era otro yo que me asfixiaba, con las manos Me quitaba la vida mirando mis ojos de pasmo Que eran sus ojos de placer. Que eran nuestros los ojos Y las manos, las mismas. Era yo quien gritaba y sudaba En el abismo de nuestra existencia Era yo o no lo era, pero era yo la que moría. Quería tanto matarme y no quería morir Esta maldición de verme dormida y el deseo De quedarme sin aire, sin sueños y por fin muerta. Soy gente, seré gente, cuando el mundo duerme Y yo me mato. Soy gente, seré este instinto animal cautivo Con las pupilas abiertas y mudas. Sediento de alma, Al infierno se va dormido en una cama de rosas y alecrín. Donde está la canción tan triste que empezamos Ayer éramos solo una, golpeando las colinas de la fantasía En un caballo blanco, ahora nada parece cierto Dime de que color son tus ojos. No me acuerdo… Cosidos a retales mis pensamientos ocupan los días Que ahora se transforman en un miedo tan grande y t...

Secretos

Soy mujer. Respirando, durmiendo desnuda a tu lado Soy este cuerpo caído en la cama de mis pensamientos Tengo mis piernas enrolladas en las tuyas Mis ojos presos en tu mirada Soy yo. El sonido de dulce llamas quemando el cielo de tu boca Pájaro temible volando sin embargo Sobre el océano de tu alma Soy la sombra difusa dibujando olores verdes De una superficie herida por las olas en tus hombros desnudos Secretos mis ojos llenos de espuma Secretos mis deseos de ser tuya. Soy mujer,mi amor Y te extraño… soy mujer. Y me olvido de que alguna vez me has querido.

El mes de abril

Había algo distinto en tu mirada, como si el mundo no fuera suficiente para ti y necesitases de algo más. Más de una brisa y calor, más de un clavel rojo, más que palabras llenas de sentimientos y hombres desnudos de alma sin carne, sin huesos, sin nada. Tú quieres tanto, bebes la vida en un trago. Tus ojos son ventanas líquidas de deseos, son cometas caídos en una tierra muerta en si. Yo sé cómo es sentir sin aire, sin agua, sin espacio, sin nada, sé lo que eres; viviré en una cárcel, cuerpo extraño, solitario, sin destino. Creo que un corazón roto no es nada y que las calles se amontonan entre nubes oscuras y montañas cada vez más grandes y más altas. La patria son tus sueños, palomas blancas que se pierden en el cielo infinito de mis ojos. Tenerte a mi lado es siempre esta extraña duda del pasado. Nuestro firmamento se disuelve en la longitud de tus hombros. Por tí lloré tanto rojo abril, por tus canciones me enamoré, quisiera conocerte, ser la fuerza en el invierno de tus pe...

Destino

O destino tem estranhas formas de se demonstrar estranhas formas de ser nunca pensei poder te encontrar neste espaço encantado onde a lua brilha do outro lado a noite caí apaixonei-me, pela cor dos teus olhos quando o sol, se põe, nas montanhas de Cuenca o vento ondulante entrelaçado nos meus cabelos nos teus braços a longitude do horizonte...

Desassossego

Se cada momento pudesse saber Quantas folhas tem as árvores e o que as faz crescer Perdida, nos ciprestes desta morada encantada Tua mão na minha. Juro-te Não queria mais nada Vejo tua foto nesta lápide O mármore fica pensando para comigo De que cor eram teus olhos quando Olhavam para mim As flores murcharam E nada mais há para recordar Só as palavras que ficaram gravadas Na ondulação dos ventos Em meus cabelos, Fevereiro Desassossego defunto Não sabes este egoísmo de querer Teu corpo vivo e triunfe Tua boca presa a cada instante Este egoísmo que arde em mim Possuir à luz o cadáver que habitavas Me fascina, me escapa Agora diz-me… Será que sentes, o perfume Que ofereceste continua dentro Do frasco…e aquele vestido verde Nada é. Se não um farrapo Quero te dizer, amor. Faz-se tarde As estátuas de anjos Transformam-se em mutantes Doem-me os joelhos, tenho de partir De encontro com a vida. Este punhal Não foi capaz de sangrar Julguei-me destemida Pôs...

Livre

Pareço tão livre, mas estou tão encadeada no teu abraço dentro do espaço do meu abraço no teu olhar penetrado a longuitude do meu querer Há silêncios que nos preenchem a alma que nos fazem ver uma mão de luz por entre as nuvens um sorriso que seduz, com loucura uma lágrima... O desejo que nos suga as veias. que faz uma lâmpada ser sol e um beijo infinito preso no teu peito, em teu carinho esta paixão que é uma ventania que fez naufragar a tua mão na minha sou livre sem o ser O intimo horroroso desolado medo de ser tua, de me enamorar pelo brilho da lua querer ser sugada em tuas garrar, apunhalada pelo golpe das tuas pernas. este querer louco, fernético, inracional verdadeiro mistério da existência... A dor de não poder resistir de o corpo pedir de alma querer os teus dedos entrelaçados nos meus cabelos Sonhar é saber que o desejo mora em pequenos gestos que só nós sabemos, só nós queremos Mas estás cada vez mais longe e distante E a cada instante necessito ...

Amizade

Nevava, na rua gelada o medo no teu sorriso amigo sereno que tudo transformava nevava, mas não muito apenas o suficiente para fazer sorrir esta triste gente que nunca viu coisa tão bonita na vida Na esquina da minha casa a tua mão na minha repousava a certeza do teu olhar brilhava na gentileza de cada palavra que transformava a neve em pequenos flocos de algodão Nevava, em meus olhos cor de mel a ponta dos dedos uma lágrima secava na ternura do timbre da tua voz que ecoava no vão da escada o silêncio de cada passada, a incerteza do destino a mágia desta cidade que nos envolve devagar na liquidez do rio, sem avistar o mar são colinas que se amontoam, casas em penhascos ruelas estreitas janelas abertas um velho casco areia nos jardins e uma fonte imaginaria que brota no interior de mim. quero te dizer com isto obrigada por seres meu amigo sem me pedires nada. obrigada por estares comigo quando a solidão chega aos ossos e faz-se tarde e nem os nossos compreend...

Juventude

Abro a janela ao mundo e a juventude não é mais que um temporal. As tempestades causam tantos danos, doem-me as mãos da força de as apertar queria poder ser eu, neste local estranho. A vontade de comer o mundo, turva-me a vista aqui e ali o meu ser ardente trespassado, morre ao acaso de uma leviana conquista. O outono do meu passamento leve e sereno fugiu-me por entre os dedos, como fumaça. Não tenho confiaça nos meus passos, nao sei quem me guia rompem-se os laços. Perdida  de vista, colinas de espaço em espaço prédios que trespassam a existência. Miro-me ao espelho, estranha convicta coluna massissa de enganos não tenho nunhum super poder, humana apenas pequei  por inocência. Diz-me de que vale ser quem sou e não saber sê-lo? Diz-me porque me destrói os desenganos de cada paixão? Se me perdi no calor dos teus braços, no desejo do teu coração Diz-me que há para mim neste mundo? Diz-me que há no fundo do poço? Vejo a cl...

Noites sem dormir

Eram colinas que se desfiguravam casas em ruínas onde o vento ressonava. Um prédio alto se erguia ao fundo uma cascata, teus olhos alucinantes sorriam depois não vi mais nada. Acordei, extasiada! O mundo preso na palma da mão, por entre os lençóis solidão que não tarda em se transformar nesta subtil traição. Vi o teu corpo cadavérico, olhos negros ombros tombados num suspiro, lábios gretados como trapos que esvoassam ao sabor de cada delírio. Em pensamentos quis chamar por ti. Não pode! Senti a alma a flutuar no peso de cada suspiro. Senti o ar que me escapava a cada golfada e depois o vazio. Tenebrosamente adormeci. Eram caixas deixadas ao acaso, garrafas vazias rascunhos de sentimentos. Um bafo a fumo por entre os teus cabelos noites sem dormir, sem sentir... Apenas um pesadelo

fados

Não me queiras amar, se eu não te pedir. Nem desejes aquilo que não te ofereço Não ponho a gargantilha. Não quero a tua afeição. Não mereço! Digo-te isto, porque sou livre, como uma alma que o corpo deslumbra adormecido não me queiras conhecer, este meu negro coração, independente! O amor não se escolhe, acontece! Não me peças para te acompanhar, pára! Nem sei onde vou... Mas teimo em voar, sou livre, Na saudade, não me importa o mundo lá fora. Livre na minha dor. Na minha cama, custa a crer que estou sozinha nos ambos lado a lado, corpos desencontrados não sei qual de nós é mais desgraçado... Não sei, não sabe ninguém este jeito, o jeito de amar tanto,  num desespero de  querer.. Já esqueci depois, e o meu fado é ser livre. Tenho a certeza que até na pobreza serei mais feliz do que contigo. Isto é sincero, não penses que te desgosto. Quem sabe se é para ti, isto que escrevo não queiras pensar isto ou aquilo, pois nada te digo, aquilo que sinto é comig...
O frio que gela as ruas que parecem colinas estreito os prédios que caem por cima da cabeça o céu. uma espécie de neblina que turva a vista o adeus. que fez o tempo parar. na eternidade vã dos dias amontoados de solidão. que se esvaem como fumo por entre os dedos. o desenho dos teus ombros intemporais teus lábios presos nos meus o medo subterrado nos escombros da ilusão Estas longe, tão longe...ainda sinto o teu olhar mergulhado no meu desejo. aquele infinito beijo preso na exactidão de cada pestanajar ainda sinto a cheiro do teu corpo caido no meu ventre os instantes tatuados tal e qual uma serpente que se enrola a meu lado.um sorriso que não consegue disfarçar a vontade leviana de o mundo transformar para que fosse nosso, só nosso, onde podessemos reinar.que o amor é este egoísmo inconstante de nos darmos só a um. de pertencermos a nenhum de sermos sós, no meio de tantos. de ficarmos juntos contando os minutos, fazendo planos A neve cobre os telhados, ao lon...
Quão bela é a lua. tombada faz-se revelar o segredo mais simples preso em ti. em cada pestanejar tenho medo da fúria subitamente solta nos prédios e nas ruas o gesto dos membros apagados pelo o calor do silêncio tocas-me os subtis tornozelos. no sossego feliz das horas. sinto o deambular trémulo dos teus dedos. tombados cachos de cabelos sobre o tecto da nossa imensidão. sombras que se escoam no canto da tua mão Talvez estaja aqui, neste pedaço teu e de mim a razão. as memórias que pareciam eternas e que eram únicas em cada olhar vulto que se dilui na carne de cada instante olhar felino penetrante que desvenda as rotas sanguinarias da minha boca Vamos a cavalo sem destino. diz-me se é verdade ou mera esperança.que promete. e só promete que engana... Amor, quero sentir a tua pele enrugada ao tempo lábios gretados e poeirentos.quero-te por inteiro preso na teia espessa dos sentimentos algo tão puro que caí como uma cortina de crital sobre o dorso selvagem, ...
Quando, cerrados os olhos, num pesadelo soturno o som da flauta ou do clarim se escuta ao longe uma miragem daquilo que fui não procuro mais abrigo. nua e crua me crucifico como irmã, amiga, amante da tua vontade faz de minh'alma tua vaidade. de mim prisioneira palavras? num calafrio falas sobre ti. emudeces o tempo num abraço e o medo que guardo de mim. silêncio, naquele espaço cativante e horrendo onde não me pertenci. do infinito à janela apenas um passo nos separa. meu amor, das memórias dum olhar. a luz intensa faz-nos respirar o som da matéria Sinto, os teus dedos entranhados. nos cabelos pensamentos entrelaçados. perfumes e cores mancham a tua pele. rubosto e esbelto braço que sufoca. a boca no contorno, os seios. rosto selvagem adormecido mãos deixadas ao acaso. fiéis à sua procura.certas do seu encanto enquanto, uma furtiva lágrima escorre morrendo, entrega-se à sorte...

Panamá

Subi as escadas tenebrosamente como quem se aproxima dum abismo teu ar, teu gesto, teu corpo descoberto qual passáro negro caído sobre mim a vontade que roça o pescoço da agonia o sol que se ergue na tua boca. a imagem embriaguada. tua mão na minha Tecto inaudito nas horas escravas dos beijos que eram meus que eram teus os braços descaidos. sanguíneos poentes tua alma quente . ou louca por quem me enlouqueço eramos livres. lábios frementes olhar perdido indiferente ao mundo.esquecidos de tudo vázios no pensamento, rosto vago nublado pelo o crepúsculo dos sentidos alienados Por entre o supulcro de cristal. a tua mão detia o poder supremo, de vales orvalhados onde os meus olhos as cores combinam e a voz era um tom doce. o vento que as areias domina. já não tenho alento nesta hora onde o caudal dos sonhos retorcidos na cama. onde a luz da lâmpada luta com o dia. nesta hora de partir para o quotidiano imbecil. para o tédio das violetas agreste jardim dos cadávar...

A Casa

Lentamente vejo-te. degradante em si o tempo levemente curva. na esquina da Rua do Jasmineiro.há uma casa assombrada. as paredes falam a língua dos mortos que imandam podridão.

Ontem

Ontem, quando senti os teus dedos por entre o arvoredo no instante dos teus olhos parados em mim o tempo eternizou-se Senti-te e percebi que o mundo era uma floresta nas palavras que dizias havia promessas por entre as folhas deixadas ao abandono. O chão, a tua pele e a memória dos teus lábios tal e qual como um pássaro voavam na longitude do teu olhar, não sei que dizias era talvez o vento uivando por entre os rochedos havia colinas, na brisa do teu nome ecoava o mar ontem, esqueci os meus cabelos por entre as tuas mãos perdi os sonhos no crepúsculo daquela tarde quente no instante sedento daquele lugar...

Sweet Child

Others people lives are just like mine if i close my eyes i will see the tears that you cry the pain that you feel deep inside if you take my hand and walk in to the forest you should see the dark side of me... But this is not the end beautiful friend... i listened to your voice fooling from the sky and then i realize i'm not alone no, i'm not alone, sweet child of mine! Can you picture me and you holding hands together again it could be the end of laughter and soft lies the end of nights we tried to die the end of strange days bodies confused, memories misused Can you picture this, beautiful friend running through the forest of our fear without feeling the ground running...running... free, so free like nothing can stop us now!