Frøya
Sou deleito dos teus olhos, amor. meus cabelos de cobre estendidos por entre as dunas do feitiço deste céu, suavemente, pigmentado. As lágrimas que chorei noutras eras hoje reluzem como âmbar e ouro por entre as vestes, delicadamente, de outras quimeras meus peitos adormecidos dão conforto a outros pensamentos. Sou eu quem escolhe os valentes quem ama os guerreiros o campo Fólkvangr não é lugar para o teu amor fraco e inconstante aqui ergue-se a vitória que sobrevoa as colinas do entardecer como um falcão. Por isso, não me procures mais sou líder das Valquírias apenas dos bravos me ocupo e a tua alma, sem mim, andará perdida, sem rumo. Amor, debaixo desta constelação deito-me e vislumbro esta corrente que me empurra para sempre...