"O Humano demasiadamente Humano"
sou um viajante ponto de chegada sou um viajante errante, sem estrada nao me prendo a coisa alguma nao há tempo a vida, toda ela, um momento desce a noite sobre o deserto até a aurora tudo me parece uma leve demora na descontinuidade sou um viajante onde os montes lançam-se a meu encontro onde as coisas que eram minhas simplismente nao são pois eu sou um viajante noutras frentes vejo a calma duma colheita espíritos livres veem a meu encontro tudo desaparece e o caminho esbate nascida a luz sou um viajante da "filosofia do meio dia" feita ela de brisa fluidez que me seduz